Leituras da semana: Google Store Visits, Instagram Ads e conteúdo responsável

O nível das leituras desta semana foi bastante alto, talvez por isso tive dificuldade em diminuir as que compartilharia aqui no blog como de costume. Consegui chegar ao número de 10 textos, algumas notícias, outras matérias/entrevistas, outros artigos… Todos que trazem um conteúdo bastante interessante seja apenas para a reflexão ou para o aprendizado. Além disso, selecionei alguns links sobre dois temas atuais que foram tópicos de discussão durante a semana.

Instagram Ads

Qualquer um com uma conta no Instagram pôde perceber a mudança dos últimos dias: tem muito mais publicidade rodando na plataforma. Isso porque, depois de um período de teste, a empresa agora abriu a possibilidade de veicular anúncios para negócios de pequeno e médio porte. Para as marcas, pode ser uma ótima oportunidade – como apresenta o Sales Force nesse texto em que mostra os primeiros resultados (positivos) dos anúncios -, mas fico com a dúvida: será que os usuários reagirão bem a essa empreitada? Será que eles vão fugir para outra alternativa? O Instagram não é uma plataforma “aberta” como o Facebook, onde nós, usuários, já aprendemos a passar despercebidos pelos anúncios. A ferramenta de compartilhamento de fotos e vídeos tem uma estrutura fechada (talvez por ser quase exclusivamente mobile), na qual o usuário não consegue desviar o olhar do anúncio. Estou curioso para saber, além de como as empresas se apropriarão dessa nova oportunidade, como o público reagirá a isso.

Instagram Ads Go Global, Including New 30-Second Commercials

A democratização do Instagram

O incrível mundo dos anúncios no Instagram


Google Store Visits

Outro “acontecimento” da semana, em proporção bem menor, foi a chegada do Store Visits, do Google, ao Brasil. Através da tecnologia de geolocalização, o Google vai permitir que os grandes anunciantes do Adwords possam analisar quais anúncios digitais levam mais usuários às lojas off-line. Além de duas notícias que explicam melhor o funcionamento, listei também uma leitura que coincidentemente pode ser bastante relacionada à novidade, discutindo o comportamento do consumidor online.

Google traz ao Brasil ferramenta Store Visits

Métricas do futuro: Store Visits

Marketing personalizado: todos em busca do Santo Graal


Data Strategy | Meta Dados, Data Mining e Data Analysis – por Juliana Dias

O blog Dataísmo, da Juliana Dias, Analista de BI da A2ad, foi reinaugurado recentemente e já tem textos riquíssimos. O que eu acho mais incrível é como ela consegue ensinar conceitos e explicações de maneira tão simples, sem deixar que isso afete na qualidade das informações. Já coloquei no blogroll e na lista de pessoas a seguir no Twitter, mas talvez sempre compartilhe aqui os textos da semana porque são de excelência.

Para obter algum insight, é necessário ver a sua amostra, o que ela diz. E é interessante ir além, focando não apenas no positivo, mas também na queda e nas alterações ao longo do período. É assim que podemos identificar se algo está bom para o seu padrão (comparando com os próprios resultados) ou está ruim (olhando para fora, seja um outro segmento da pesquisa, um outro assunto ou o mercado).


4 passos para escolher a plataforma de compra de mídia programática ideal – por Mônica Fukumoto, da dp6

Depois de me deparar com os termos “mídia programática” e “marketing programático” algumas vezes, acabei lendo (e até compartilhei aqui) alguns textos sobre o assunto. Nesse texto da dp6, a autora vai além do simples conceito de “programático” e apresenta questões mais específicas sobre esse uso de tecnologia, dados e processos.

Os clientes/anunciantes se deparam com uma maior possibilidade de assertividade na entrega das campanhas, já que um dos grandes benefícios da compra de mídia programática é a segmentação e o cruzamento com dados próprios e/ou de terceiros; para osveículos/publishers é uma nova forma de rentabilizar o inventário do seu site, além de uma oportunidade de ter acesso a um volume maior de anunciantes; e, finalmente, para as agências, economiza-se tempo operacional da equipe de mídia tanto na compra quanto na gestão dos formatos e criativos, além de permitir maior escalabilidade e assertividade nos resultados das campanhas.


5 Practical Ways to Increase Conversions on Your Website Read – por Jullie Ellis

Nas discussões sobre os profissionais de marketing digital (do futuro), sempre vejo referências do mercado tocando na mesma tecla: os “publicitários digitais” precisam estudar menos publicidade e mais antropologia, psicologia e sociologia. Nesse texto, a autora exemplifica cinco mudanças simples que podem ser feitas nos call-to-actions de ações para melhorar seu desempenho – através de argumentações da psicologia.

We buy stuff because it relieves a pain in our life, it appeals to our sense of belonging and it makes us excited. We make that final purchase decision because for some reason we can’t wait any more – it is an urgent and important matter that needs to be attended to right away. These elements of human behavior contribute to the verbal and visual make up of our websites. Another layer has been added to these traditional concepts, however, based on findings of neuroscience and the fact that selling is no longer face-to-face. It relies, instead, on stimulation of the viewers senses and the parts of the brain that are activated.


O desafio da conversão nas redes sociais – no ProXXima

Nesse artigo do Innovation Insider, o CEO do Socialbakers explica algumas vantagens da obrigação das empresas observarem os dados e atuarem em cima deles. Também são apresentados alguns exemplos de como grandes marcas estão usando isso a seu favor através do monitoramento e análise de dados.

Grandes anunciantes estão traçando estratégias de negócios e até lançando produtos a partir da interpretação em larga escala de informações geradas nas redes sociais. Afinal, são consumidores que ali estão. Parece óbvio, mas o cenário ainda é ignorado por parte das empresas que ativamente interagem nas redes sem um planejamento estruturado.


Guia básico de design para as mídias sociais – por Bruna Calheiros

Esse é um ótimo texto para quem quer trabalhar como freelancer de Social Media – ou até mesmo para quem trabalha numa agência pequena e pode tomar algumas notas. São dadas algumas dicas para o bom uso de imagens nas redes sociais, explorando até cada uma delas individualmente.

Diferentemente dos usos corporativos ou de propaganda tradicional, nos canais sociais sua empresa necessita adaptar-se ao meio. É claro que o guideline de marca pode – e deve! – ser mantido, mas é necessário entender como cada rede funciona e poder ter flexibilidade em criar, experimentar e inovar.


Jornada do cliente: acompanhe o usuário até a conversão – por Camila Daniel, do Global AD

Os textos da Global AD são sempre figurinha carimbada aqui porque são de fácil compreensão e de conteúdo rico. Nesse texto, a autora explica a necessidade de compreender em qual estágio está o cliente/usuário, para que a empresa – através do monitoramento – saiba exatamente o que oferecer para que ele chegue à conversão final.

A jornada do cliente é algo tão importante para sua empresa quanto as vendas no final do mês. É através dela que você vai conseguir planejar o conteúdo perfeito para seu público-alvo, entender o comportamento e hábitos de seus consumidores, saber os pontos fortes e fracos de sua empresa, verificar mais oportunidades e desenvolver as melhores estratégias para conquistar novos clientes e fidelizar os já existentes.


Social Ads: quando o comportamento e os hábitos do usuário são usados a favor da marca – do Scup

Nessa curta entrevista com Fernando Souza, professor de Marketing Digital, ele fala sobre os benefícios do aspecto social no marketing digital, além de discutir como as empresas devem se apropriar disso com as novidades tecnológicas de um futuro breve.

Muitas marcas já saíram do estagio de utilizar as redes sociais apenas como ferramentas de relacionamento com o consumidor e construção de marca. Hoje, os anunciantes querem mais; eles querem usar as redes sociais como Plataforma de Marketing e, para isso, estão sendo criados “call to actions” melhores, ou seja, pontes ligam o necessidade das marcas com o desejo do público. E, com isso, as mídias sociais, faturam, amadurecem e ampliam sua função e propósito.


Community Manager: nome bonito para social media – no Publicitários Social Club

Por fim, esse texto do Publicitários S.C., que nem ia entrar na lista, mas, como fala de um assunto sobre o qual um dos e-books que publiquei esta semana aborda, achei que seria uma boa leitura complementar. É, em suma, um artigo que reflete sobre as atribuições desse profissional.

O principal desafio para os Community Manager’s é o que o cliente exige. Tanto quanto saber como usar as mídias sociais no trabalho, as regras básicas para publicar conteúdo de qualidade ou dicas para fazer publicações mais eficazes, realmente tem que começar do zero quando se trabalha com um cliente concreto. Cada cliente é único e as exigências deles são muito diferentes.

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